Resenha : 3 Livros de uma vez

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Já tem uns 5 meses que não falo de nenhum livro por aqui então resolvi trazer 3 de uma vez só e indica‐los para vocês. Ganhei todos eles no meu aniversário ano passado de amigas e da minha tia. Amo tanto eles que não poderia deixar de falar deles para vocês.

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Ganhei esse livro da minha tia Cal ❤ e que dizer desse livro? É muito amor em um livro só. Ele se enquadra na categoria de livros de auto‐ajuda, ele é totalmente interativo. Confesso que ainda não completei tudo do livro, mas acho que ele deve ser composto de momentos. No livro tem tantas frases lindas e motivacionais e como diz na capa: “Coisas para você fazer e deixar seu dia mais feliz.” O livro é uma gracinha em si, nos fazendo tomar atitudes e pensar melhor nos fazendo mais feliz.

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A Parisiense ganhei de uma das minhas melhores amigas e pirei. Porque eu amo livros e livros de moda ainda mais, sempre passei na livraria dando uma olhada, mas acabava que nunca levava ele pra casa até que no dia do meu aniversário ganhei ele e surtei. Antes de mais nada tenho que ressaltar a capa linda e a ótima impressão de todo o livro. O trabalho gráfico é magnifico. O livro é bastante especifico e nos mostra a fundo o estilo das parisienses mais clássicas, no guia ele nos ajuda a transformar nosso guarda-roupa e nos mostra que pra forma nosso estilo à la parisiense é muito mais fácil do que imaginávamos. Ele tem um mapa detalhado de todos os lugares para visitar e fazer ótimas compras por Paris o que só faz aflorar ainda mais o (meu) desejo de conhecer a cidade luz. Indico a todos que gostem de moda, paris e uma boa leitura.

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Por último, mas não menos importante o Pó de Lua que ganhei de minha amiga Mayla no aniversário e quase dei um gritinho quando abri e vi que era ele. Já começa da capa linda e todo o contexto do livro que te ganha assim que você o abre. O livro é todo composto de ilustrações, versos e pensamentos tão fáceis de ler que quando você percebe já leu o livro todo. É engraçado como ele te prende de uma forma que você lê uma página e mal dá pra aguentar pra saber o que terá na próxima. A estética de cada página é sensacional e te ganha muito fácil. É um livro que além de fofo é bastante reflexivo e o que mais me encantou é que a forma que ele foi feito te lembra até um diário (moleskine), feito a mão e muito intimo. Amei!

Então meus amores, espero que tenham gostado do post. E me contem se já leram algum desses livros e o que acharam.

Um super beijo.

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Resenha: Para todos os garotos que já amei

Meu Deus do céu a quanto tempo eu não resenho um livro pra vocês? Sei que a muito tempo. Confesso que a falta de tempo e as vezes a preguiça me atrapalharam, porque eu já li muitos livros desde a última resenha, mas não falei deles. Talvez eu volte atrás e escolha os melhores que li pra contar a vocês. Mas hoje pela manhã acordei querendo falar desse livrinho que tanto demorei a comprar, mas que passei muito tempo o desejando.

IMG_3632Sinopse:”Lara Jean guarda suas cartas de amor em uma caixa azul-petróleo que ganhou da mãe. Não são cartas que ela recebeu de alguém, mas que ela mesma escreveu. Uma para cada garoto que amou — cinco ao todo. São cartas sinceras, sem joguinhos nem fingimentos, repletas de coisas que Lara Jean não diria a ninguém, confissões de seus sentimentos mais profundos. Até que um dia essas cartas secretas são misteriosamente enviadas aos destinatários, e de uma hora para outra a vida amorosa de Lara Jean sai do papel e se transforma em algo que ela não pode mais controlar.”

Desde que eu li a sinopse eu me apaixonei pela história e me identifiquei com a personagem, porque eu sempre amei escrever cartas ainda mais pra pessoas que eu amo. Ao ler o livro percebi as reais diferenças entre mim e Lara Jean, mas de qualquer forma achei a história bem divertida e gostosa de ler. Eu achei que faltou algo a mais de inicio, mas de fato percebi que a história se encaixa muito bem no enredo colegial e é muito gostoso ler e se sentir de novo no ensino médio.

“Não são cartas de amor no sentido mais estrito da palavra. Minhas cartas são de quando não quero mais estar apaixonada. São cartas de despedida. Porque, depois que escrevo, aquele amor ardente para de me consumir. Posso tomar o café da manhã sem me preocupar se ele também gosta de banana com cereal; posso cantar músicas românticas sem estar cantando para ele. Se o amor é como uma possessão, talvez minhas cartas sejam meu exorcismo. As cartas me libertam. Ou pelo menos deveriam.”

A vida de Lara se vê de ponta a cabeça quando ela descobre que a irmã mais velha que sempre cuidou dela e da irmã mais nova vai estudar longe de casa e vai ter que se mudar, e quando ela descobre que misteriosamente as cartas que ela escreveu para todos os garotos que já passaram na vida dela sumiram junto com a caixa que estavam guardas e foram entregues a cada um deles. A situação mais embaraçosa da história é que sua irmã mais velha Margot (e que vai embora) namora o vizinho Josh, porque Lara Jean sempre foi apaixonada e um dia escreveu um carta pra ele também, e ela foi entregue a ele e sem saber o que fazer ela vai atras dela para descobrir o que ela sente por ele. Quando Margot decide mesmo ir embora termina o namoro com Josh, o que significa que o caminho ficará livre pra Lara Jean? Ela se pergunta isso também.

Acho que uma das coisas mais legais são os questionamentos que vemos a personagem principal se fazer. Enxergamos as besteiras feitas por uma adolescente cheia de duvidas, e o amadurecimento da mesma. A autora sabe envolver o leitor de uma forma tranquila e saborosa, te faz querer saber de antes de mais nada qual será a proxima atitude que a personagem tomará.

Em meio tempo você vê que Lara Jean se envolve com um carinhas que já gostou e a carta chegou até ele, de uma forma bem louca ela se envolve com ele e começa um namoro de mentirinha só pra tentar se sair de mais uma das confusões que ela se mete. No fim ela começa a gostar dele como achava que nunca conseguiria. No mais só tenho que dizer que vale a leitura, é bem rápida e fácil de ler.

Amei a escrita Jenny Han e já quero ler o próximo, me contem já leu esse livro ou algum outro da escrita?

Resenha: Olho por olho

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Titulo Original: Burn for Burn

Titulo Nacional: Olho por Olho

Autor(es): Jenny Han e Siobhan Vivian

Editora: Novo Conceito

Ano: 2013

Número de páginas: 319

Continuações: Dente por dente

 Oláá meninas, como estão? Já avisei a vocês aqui que estou de férias da faculdade, então tenho passado tempo livre lendo (ou na internet) e essa semana terminei um livro novo, que eu já tinha comprado há bastante tempo e só pude ler por agora, chamado “olho por olho”.

O livro conta a historia de três meninas, que apesar de terem historias diferentes, se aproximam com o mesmo proposito que é se vingar. Kat, Liliam e Mary, são garotas aparentemente normal, vão a escola, tem amigos, mas que já passaram ou estão passando por situações difíceis provocadas por pessoas “próximas” a elas. Juntas elas bolam planos de vingança para derrubar cada um que lhe fez mal ao longo do tempo.

Rennie, Reeve e Alex são as pessoas que sofrem essas vinganças. Ao longo do livro você percebe que houve um mal entendido e Alex passa por uma humilhação injusta, o que particularmente eu não gostei, eu estava esperando mesmo que todos tivessem sido culpados pelo o que fizeram e a motivação de vingança de Lilian em prejudicar Alex me pareceu, fraca demais e honestamente não vi motivos suficientes para essa vingança. A vingança contra Reeve foi a que mais esperei, acontece bem no fim do livro, e me deixou querendo mais, pois o livro acaba antes de saber o que acontece depois. Rennie, que pratica bulling com Kat, não recebeu o que merecia, em varias partes do livro fiquei com muita raiva das atitudes de Rennie e eu gostaria que algo pior acontecesse com ela.  O fim do livro é meio sem sentido, é preciso ler a continuação para entender, mas se o que realmente aconteceu é o que imagino então eu não gostei, estragou toda a historia e outra, quando eu li as ultimas partes do livro pensei eu já vi isso em algum lugar! ( infelizmente não posso dizer o que foi, porque assim vocês já iam saber o final do livro)

Vou confessar que apesar da historia ter me atraído, comprei o livro mais pela capa (podem me julgar). A capa mostra as três meninas e logo é fácil de identificar cada uma, a frase escrita acima “garotas crescidas não choram… Elas acertam contas” deixa o livro mais intrigante e misterioso. O livro é narrado na primeira pessoa e o enredo é daqueles que te mantem lendo para saber o que vai acontecer. Cada capitulo é narrado por uma das meninas, respectivamente, e no fim de cada capitulo acontece algo, o que te faz continuar lendo.

Eu recomendo o livro, a historia é cativante e não é nada entediante.  Espero que tenham gostado. Leiam a sinopse aqui.

Beijos;*

Quando você finalmente termina de ler sua saga favorita.

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“I have a curse
I have a gift

I am a monster
I’m more than human

My touch is lethal
My touch is power

I am their weapon
I will fight back”

Venho, em meu minuto de luto *drama* tentar explicar de uma maneira mais novela mexicana possível como dói terminar sua trilogia favorita. Consegui parar de chorar há alguns minutos, mas toda vez que eu lembro do livro, meu coração dói. Não, o final não foi terrível (alô Réquiem!). Foi tudo que eu imaginava e um pouco mais. Porém, para parecer menos esquisita, vou contar minha história com Shatter Me e Tahereh Mafi.
Tudo começou quando eu decidi que precisava ler “Estilhaça-me”. A capa era linda, era da minha editora favorita e eu precisava. Na época, não tinha um centavo disponível pra gastar na livraria e foi aí que fiz uma troca no skoob (não lembro o nome da pessoa maravilhosa que me enviou o livro, mas obrigada!). Deste dia em diante fui sugada para o universo solitário de Juliette Ferrars que é minha protagonista favorita de todas (Desculpa Anna, Hannah e Mia). Conheci o Adam e o Warner e fiquei completamente dividida. Li o segundo livro *decidi qual dos dois eu amava mais* e aguardei roendo as unhas pelo terceiro. Li em cinco horas, devorei cada pedacinho, li e reli e me aliviei com um final que trouxe o que eu mais desejava: respostas. Essa é parte feliz. Vamos para a parte triste.
Não tem mais Juliette. Não tem mais Adam e mais importante de tudo, não tem mais Warner (me digam: como eu vou conseguir viver em um mundo que não tem mais Warner? Não é justo!). Acho que só me senti assim quando terminei de ler a saga de Jogos Vorazes (também doeu, também chorei, mas o fato de ter os filmes me consolava um pouco). Ambos os finais foram extraordinários, mas isso não faz doer menos (oh, i wish 😔). A sensação de acabar, de vez, seu livro favorito é surreal. Sem querer parecer mesquinha com relação a coisas realmente importantes (o livro é bem importante pra mim, psiu!), mas acabar um livro (ou uma série, o que dói tanto quanto) é como ver alguém que você ama ir para bem longe, sabendo que nunca mais terá notícias dela. Gente, é triste! Passei pela fase de animação e definitivamente estou de luto agora. Não sei se vou parar de chorar tão cedo. Odeio amar tanto o Warner, como nunca amei nenhum outro personagem. Odeio que não tenhamos mais vinte cinco livros sobre a história dele e odeio que eu não possa ter meu próprio Warner. Mas a viagem foi uma montanha russa linda, deliciosa e inesquecivelmente. Única e daquelas que me marcarão para sempre. Em meio a todo meu drama, devo dizer que se tivessem me avisado que ler doía tanto… Eu leria mesmo assim, porque a adrenalina e as borboletas que o final de um livro amado trazem, não se comparam a mais nada nesse mundo. Por fim, obrigada Tahereh, minha distopia favorita não poderia ter terminado de forma melhor (porém você ta liberada para escrever novos livros sobre minha Juliette sempre que quiser!). Esses livros me estilhaçaram, me libertaram e me incendiaram. Não sei se algum dia outra trilogia vai tomar em meu coração o lugar de favorita, ser como esses livros foram. Só sei que em meio as minhas lágrimas bobas, fica o sorriso e a satisfação de fazer parte de uma história, como se eu estivesse ali do ladinho, acompanhando tudo. Nada se compara a isso.

Resenha: Eleanor & Park

Eleanor tinha razão. Não tinha boa aparência. Era como uma obra de arte, e arte não deve ter boa aparência, mas sim fazer a gente sentir alguma coisa.

O único livro que eu tinha lido tão rápido foi “Anna e o Beijo Francês”. Seis horas. Foi o que levei para terminar Eleanor & Park. Não porque li correndo, mas porque não consegui parar nem por um segundo. Desmarquei compromissos e parei de responder as pessoas nas redes sociais, porque não podia soltar aquela história, não podia soltar a manga da camisa do Park, não podia tirar os olhos da bagunça ruiva que era o cabelo da Eleanor. Cada página era um novo sentimento. Ver o amor nascer, coisa que não encontramos mais em qualquer livro, foi mágico. Ver como tudo nasceu aos poucos e se tornou… tudo. Minha vontade é sair gritando na rua que todo ser humano precisa ler esse livro, precisa abraça-lo contra o corpo e ninar ele, porque nada vai ser como isso. Se sentir tão amada quanto Eleanor, tão perdida e ao mesmo tempo, tão segura. Cada movimento do Park fazia meu coração derreter e nem por um momento, eu quis esse amor, porque esse amor era da Eleanor, e só ela merecia ele. Devastador, lindo e mágico, não acho que um dia eu vá encontrar algo que mexa comigo dessa forma. Não acho que conseguirei sentir a flor da pele tudo que senti lendo esse livro. São com livros como esse, que me pego questionando como existem pessoas que não gostam de ler. Porque viajar nessa história foi melhor do que qualquer outra coisa. Nada me proporcionaria isso. Quero ser amada assim. Entendida assim. Ninada assim. Quero esse amor real, que não surge do dia para noite. Romeu e Julieta? Que baboseira! Amor nasce aos pouquinhos. A beleza que Park praticamente viu nascer na garota que usava roupas de garoto. As noites que ambos passaram sem dormir, a noite que passei sem dormir pelo aconchego que o livro me trouxe. Precisava de mil páginas e ainda não estaria satisfeita. Obrigada Rainbow Rowell por me fazer sentir o amor de uma forma que eu nunca tinha conhecido. PS: E Eleanor? Pra mim não existe menina mais bela que você.

Resenha: A probabilidade estatística do amor à primeira vista

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Imagem do blog: just-carol.com

Ler é algo que eu amo fazer e vocês sabem muito bem, agora no verão então aproveito todo minutinho que tenho pra ler. A resenha de hoje é sobre um livro super tranquilo de se ler e que recomendo a todos que querem uma boa leitura e rápida para os dias de calor. Quando ganhei esse livro no meu aniversário fiquei super feliz porque queria ele a um tempão, desde que o vi na internet fiquei desejando ele e depois que li foi só amor. O livro é da escritora Jennifer E. Smith que conseguiu nos mostrar uma encantadora história de amor guiado pelo destino e predestinado por alguma força maior, com uma escrita rápida e detalhada a autora nos faz querer saber mais das forças do destino e da probabilidade estatística do amor à primeira vista.

Sinopse :

“Com uma certa atmosfera de Um dia, mas voltado para o público jovem adulto, A probabilidade estatística do amor à primeira vista é uma história romântica, capaz de conquistar fãs de todas as idades. Quem imaginaria que quatro minutos poderiam mudar a vida de alguém? Mas é exatamente o que acontece com Hadley. Presa no aeroporto em Nova York, esperando outro voo depois de perder o seu, ela conhece Oliver. Um britânico fofo, que se senta a seu lado na viagem para Londres. Enquanto conversam sobre tudo, eles provam que o tempo é, sim, muito, muito relativo. Passada em apenas 24 horas, a história de Oliver e Hadley mostra que o amor, diferentemente das bagagens, jamais se extravia.”

Todo mundo já se atrasou nem que seja uma vez, sendo culpa da pessoa ou não. Mas você já parou pra pensar que nesses minutos de atraso na sua vida muita coisa mudou? Esse livro mostra a diferença de acontecimentos de um minuto para o outro, o que muitas vezes tomamos como atraso não passa apenas de uma chance que a vida te dá de viver algo diferente, mas a maioria das vezes não pensamos desse jeito que é o caso de Hadley que se atrasa apenas 4 minutos e perde o voo para Londres onde acontecerá o casamento de seu pai com sua madrasta, que ela não está nem um pouco feliz em conhece-la. Desolada por não comparecer a horas ao casamento do seu pai em Inglaterra, só lhe resta esperar pelo próximo avião. Enquanto aguarda o próximo voo ela conhece um jovem britânico  (fofo♥) chamado Oliver, que ajuda Hadley a carregar suas malas e por sorte mais tarde ela descobre que ele está no mesmo avião que ela, ou melhor no assento ao lado. O repentino encontro e o tempo em que Hadley e Oliver passam juntos no aeroporto e nas sete horas de voo, lado a lado, rendem muitas histórias, brincadeiras e confidências. Amo o jeito de Oliver tentar ajudar a Hadley a superar sua fobia e tenta distrai-la de todos os jeitos. O livro não lida apenas com o destino e sua imprevisibilidade, mas também com o fato de uma adolescente de 17 anos que ainda não superou a separação de seus pais e não entende – até chegar lá- por que tem que ir ao casamento dele com uma mulher que não gosta, mesmo não conhecendo. Houve algumas vezes que me irritei com o modo chato de Hadley lidar com algumas situações, me dava vontade de dizer; “Calma garota, a pancada nem foi tão forte assim dá pra relevar isso.” Mas aí, lembrava que muitas vezes na adolescência somos impacientes, queremos tudo do nosso jeito e achamos que qualquer dorzinha é o fim do mundo. Amei as conversas entre o fofo do Oliver (mais personagem apaixonante) e a Hadley, me diverti com eles e com o passar das páginas você descobre que Oliver não é tão feliz como mostra ser, mas não vou contar o porquê.  O que achei bem legal é que  esse livro mostra personagens completamente normais e por isso não me importei tanto com essa teoria de amor à primeira vista, no tempo que eles passaram juntos mostraram ser compatíveis em muitas coisas e mereciam outra oportunidade além da que já tiveram no avião, de se verem mais uma vez.

Uma parte do livro se passa dentro de 24 horas dentro do avião e você vê que nessas horas há um misto delicioso de sentimentos. O livro é muito rápido e gostoso de se ler, quando você vê já chegou ao final e ficou com o gosto de quero mais. ‘A probabilidade estatística do amor à primeira vista’ é um convite à reflexão sobre escolhas, família e perspectivas.Se eu já queria ir a Londres, bom depois de tanta propaganda com esse livro agora que quero ir mesmo e ver por onde Hadley passou.

Eu super recomendo esse livro para todas, é uma ótima e curta leitura e em menos de 230 páginas você se encanta e se diverte bastante. Então meninas espero que tenham gostado da resenha, estou cheia de livros para fazer mais resenhas pra vocês e assim que dê faço um mega post indicando os livros que mais gostei de ler nas minhas férias – que ainda não acabaram,amém- está certo? Se já leram o livro me contem o que acharam dele e se não, recomendo muito.

Beijos e até mais.

Resenha: Quem é você, Alasca?

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Esse livro  ficou em primeiro lugar no meu pódio de livros de 2013. As histórias do João Verde são tão apaixonantes que quero ler tudo que ele escreve. Comprei o livro na Bienal que teve em Salvador e cacei ele com Ana, até que achamos. Bom não era bem essa a capa que queríamos, mas estávamos tão ansiosas pra ler o livro que compramos mesmo assim. Quem sabe depois de completar minha listinha de livros eu não compre de novo só com a capa preta? – a Gi tem, é muito amor-.

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O livro não tem capítulos, ele é divido em duas partes “antes” e “depois” cada capítulo tem uma data, começando por “cento e trinta e seis dias antes” e terminando com “cento e trinta e seis dias depois” e você passa toda a primeira parte pensando no que vai ser essa super coisa que acontece entre as duas coisas, que muda completamente o rumo do livro! O espaçamento e a fonte são ótimos.  Li em dois dias e só não digo que lia em um porque era muita emoção pra pouco eu.  

“Miles Halter é um adolescente fissurado por célebres últimas palavras – e está cansado de sua vidinha segura e sem graça em casa. Vai para uma nova escola à procura daquilo que o poeta Fraçois Rabelais, quando estava à beira da morte chamou de “Grande Talvez”. Muita coisa o aguarda em Culver Creek, inclusive Alasca Young. Inteligente, espirituosa, problemática e extremamente sensual, Alasca levará Miles para o seu labirinto e o catapultará em direção ao “Grande Talvez”. Quem é você, Alasca? narra de forma brilhante o impacto indelével que uma vida pode ter sobre a outra. Este livro incrível marca a chegada de John Gree como uma voz importante na ficção contemporânea”

Miles (codinome ‘Gordo’, ironia por ele ser magrelo) tem 16 anos e não tem amigos e a monotonia da sua vida o deixa angustiado, cansado de sua vida ordinária quer sair em busca do que um poeta chamou de ” O grande Talvez”. Ele é fissurado por biografias, e coleciona ultimas palavras, o que é bem legal, nos da um certo conhecimento a mais e as lê de trás para frente, porque a única coisa que o interessa são as últimas palavras das pessoas. Ele não sabe o porquê disso. Ele vai para um colégio interno na Flórida chamado Escola Preparatória de  Culver Creek, onde o pai estudou onde divide o quarto 43 com Chip (ou ‘Coronel’) e no começo, era só desconfiança, mas depois se tornaram confidentes e melhores amigos. Conhece logo depois Alasca Young – melhor amiga do Coronel – uma garota totalmente enigmática e com um quê de maluquice a mais do que o normal.  Ela é meio louca, adora contar histórias e é cheia de mistérios e logo o Gordo fica fascinado pela beleza e pela bipolaridade de Alasca, que aparante ser sempre a mais forte do grupo, mas você vai perceber como ela é frágil e um tanto triste por carregar uma culpa desde sua infância, mas você tem que ler pra saber sobre o que é essa culpa. Coronel, Alasca ,Takumi e Lara são os amigos que Gordo e eles são muito fieis a ele.  A escola onde tudo acontece tenho certeza que muitos adolescentes adorariam estudar lá por que acontece de tudo que o jovem gosta. Você verá como esse livro destaca bem a importância da amizade na vida das pessoas, mostra a lealdade entre os amigos. Tem também a mudança que acontece no comportamento e na personalidade de Miles desde que ele chega na escola e você vai odiar algumas partes porque você vai ficar com raiva do personagem na hora, mas você vai amar o enredo e chorar drasticamente. Bom eu chorei e não sei se você vai chorar, mas com certeza vai se emocionar. Tirando toda a parte dramática do livro tem algo que achei super importante no abordamento do John Green que é a parte filosófica do livro nos fazendo muitas refletirmos sobre a vida. O livro fala sobre escola, drogas, envolvimento, amor, amizade, mas tentem focar na parte reflexiva do livro, é interessante.

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Aquela velha frase: “… se as pessoas fossem chuva, eu seria garoa e ela, furacão.”

Adorei o livro e acho que ele acabou se tornando meu livro favorito de 2013, mesmo tendo o ”acontecimento” eu simplesmente amei e super recomendo ele, mesmo lendo algumas resenhas dizendo que no começo ele é chato coisa e tal, eu achei ele muito interessante e acho que todo mundo deveria ler. Eu sei que escrevi demais e meus posts tem sido muito extensos, mas esses dias tô com muita com vontade de escrever e terão que me suportar. haha Enfim, já leram o livro? Me contem. Espero que tenham gostado da resenha, teremos várias agora nas férias.